
hoje li uma história esquecida na estante mais alta da mais velha biblioteca do mundo. Não importam as folhas arrancadas. as que permanecem intactas pediram-me que lhes sacudisse o pó. lhes lesse os sinais e lhes rasurasse as margens. em apontamentos soltos procurei significados em mim. reconstruo-a por dentro.
6 comentários:
É essa a magia da leitura, por mais velho que esteja um livro, a história que conta renasce nas mãos do leitor.
soa-me a memória essa história cara amiga .. por vezes dificil de encontrar no turbilhão de presentes que vivemos .. :)
beijinho e bom fim de semana *
E que interessam as folhas arrancadas se nem nós já as conseguimos ler?
É às que permanecem intactas que devemos sacudir o pó acumulado e, quem sabe, olhá-las como algo que nem o tempo, esse glutão de folhas escritas, conseguiu arrancar. Serão, talvez, as mais importantes da história...
Bejinho
Reconstruir por dentro (de nós, os significados) (d)a história esquecida na estante mais alta da mais velha biblioteca do mundo... é talvez voltar criar uma nova narrativa do desconstruído que se colocou na estante mais alta, difícil do alcance das mãos, como se assim fosse também mais difícil do alcance da memória...
Mas esse tempo foi talvez necessário para a nova procura da história, para que as páginas arrancadas já não doam, das margens rasuradas fique o mais importante e que nos faz bem reconstruir...
Será agora, porventura, uma bela história ao invés de uma história esquecida...?
Um abraço e um sorriso para todos.:)
O que verdadeiramente interessa é o que existe, e que devemos preservar.
Bfs, beijinhos.
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