Com dedos de larápio raptei este post. Aqui ficam as desculpas. É por uma boa causa. Pode assinar a petição contra a TLEBS aqui.
reflexos de vida no silêncio espelhado da água. fragas de vidro em descontinuidades do olhar ...
sábado, dezembro 16, 2006
quarta-feira, dezembro 13, 2006
terça-feira, dezembro 12, 2006
segunda-feira, dezembro 11, 2006
domingo, dezembro 10, 2006

Notícia que devia ter sido lida há 50 anos
"Pinochet faleceu devido a um enfarte e a um edema pulmonar às 17h15 (hora de Lisboa) no Hospital Militar, em Santiago do Chile. A informação foi avançada pelas autoridades hospitalares. “Ele morreu rodeado da sua família”, disse o médico Juan Ignacio Vergara".
Morreu acompanhado da família. O mesmo não poderão dizer dos milhares que matou e dos quais... muitos, nem sequer conseguiram ser resgatados pelos seus familiares.
Tem o nome encharcado pelo sangue que fez derramar!
sábado, dezembro 09, 2006

Ainda me lembro. O melhor presente que tive foi sem dúvida aquela flóber.Toda a garotada da terra colaborou no meu entusiasmo. Íamos para o campo, pam pam, pardal aqui, pam pam, pardal ali.
A única arrelia que tive com ela foi quando um dia, sem querer, pam, acertei em cheio na tia Albertina.
Para castigo não me deixaram ir ao enterro.
Mário-Henrique Leiria

sexta-feira, dezembro 08, 2006
Beryl CookMacacadas
Carolina, não havia necessidade! Podias-nos poupar dos pormenores que sabíamos férteis em declives escabrosos.
domingo, dezembro 03, 2006
Estes sapatos roeram-me os pés
chegou a hora de eu roer os sapatos!
sexta-feira, dezembro 01, 2006

Restauração do 30 de Novembro de 1640
Num exercício de profundíssima introspecção, hoje tentei perceber o sabor que a nossa vida teria se ainda hoje fôssemos espanhóis. Saí de casa com este sentir e com o olho atento ao que ia fazer: compras. Sinal de subtracção de dinheiro. Na carteira os poucos euros tinham cara e coroa de D. Juan Carlos. Não havia dúvida estava a correr bem! Podia continuar a esforçar-me, pois tudo estava a meu favor.
Passo pelo Corte Inglês cá do sítio, mas não entro, vou para o comércio tradicional, sentir a cidade, imaginá-la há 400 anos. Numa das praças principais espero dar fé a todas as bancas, regatear, sentir odores perdidos nas memórias escritas, rir exageradamente com grupos de animação burlesca, assistir a brigas com arruaceiros dados à pilhagem de galináceos, reconhecer as pegadas dos Filipes por terras lusitanas...o descontentamento, a revolta no ar... fecho os olhos, vou dobrar a esquina.
Hei-la à minha frente!
ZARA... BERSKA... MANGO... STRADIVARIUS... CELTA...CORTEFIEL...não ouso olhar mais. Recuo...espreito de novo.
BANESTO...SANTANDER...BANCO BILBAO VIZCAYA...!Meu Deus estou em Espanha, vivo como espanhola!
Perdi-me nas horas. Preciso de levar pelo menos a fruta. Comprei à pressa o que me pareceu ter bom aspecto...tão tarde, o peixe para grelhar! Olho de relance para as etiquetas do supermercado. A fruta também é espanhola...que maçada, não posso voltar atrás! Fartei-me do exercício a que me tinha proposto.
No regresso, roo uma maçã para o caminho, entretendo o estômago e as mãos sem cigarro. Não sabe a nada...puxo pela água do LUSO e bebo...bebo, até me sentir saciada!









